O problema é mesmo a síndrome da impostora?
Enquanto o mercado nos oferece mentorias, treinamentos e especializações, ele também nos cobra que não sejamos perfeccionistas ou que combatamos a chamada síndrome da impostora.
Em outras palavras: escutamos o tempo todo que precisamos melhorar — e, quando buscamos mais capacitação, estamos erradas de novo.
Porque nos dizem que estamos "dando voltas em círculos" ou que não estamos acreditando em nós mesmas. O diagnóstico aparece rápido: síndrome da impostora.
Se este texto parece circular, não é por acaso. É assim que o mercado opera com muitas mulheres: ora dizendo que você não é boa o suficiente, ora dizendo que o problema é seu comportamento — nunca a estrutura.
Aqui está o ponto central: talvez você não precise de mais cursos nem de um rótulo psicológico. Talvez você só precise que o mercado reconheça e respeite seu trabalho da mesma forma que reconhece e respeita o trabalho dos homens.
Na Olhi, nosso trabalho é romper esse círculo vicioso e promover o reconhecimento e o respeito ao profissionalismo da mulher empreendedora.
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